Estação Meteorológica
localizada na sede da AUD
Estação Meteorológica
localizada na sede da Fazenda Capão
Grande (Pacheca)
- IMPLANTAÇÃO DOS POSTOS
DE CONTROLE E MEDIÇÃO.
Ao
longo de perímetro irrigado
foram instalados 36 postos de monitoramento
de nível com diferentes funções.
Todos
os postos medem a cota do nível
d’água de hora em hora
e as enviam a estação
central onde recebem diferentes tratamentos,
conforme o seu objetivo.
Os
postos estão assim compostos:
- Infra-estrutura
de suporte: conforme desenho esquemático.
- Componentes
eletrônicos:
- Um
leitor de nível com 5 entradas
digitais e uma entrada analógica.
- Um
transceptor de dados (rádio
modem) UHF/FM, com velocidade mínima
de
transmissão
de 9.600 bps, potência mínima
de 2 waths de saída de RF,
operando
na
faixa de 403 a 470 MHZ
- Um
sistema de alimentação
com bateria de 12 vdc, alimentado
com painel solar.
- Uma
antena YAGI 7 elementos para
UFH/FM com > 11dB
- 20
metros de cabo RGC – 213U
- Um
transmissor de nível com saída
de 4 a 20 mA, para leitura de
níveis através de
entrada
analógica do equipamento leitor
de nível.
- Supressores
de descargas atmosféricas para
uso com antenas.
- Conectores,
fios, suportes e demais acessórios
para perfeita instalação
do
equipamento
de monitoramento de nível.
- Software
específico para monitoramento
e registro de leitura de níveis.
- Painel
para instalação ao tempo
e fixação em poste.
A
central de operações
está equipada com o seguinte
conjunto de equipamentos:
- Um
equipamento de comunicação
com uma porta RS 232 C operando na
velocidade
de 9600 bps para comunicação
com computador e uma porta operando
a
9600 bps para conexão com o
transceptor.
Este
equipamento esta equipado com software
de comunicação com as
estações remotas sendo
responsável pela leitura dos
dados registradas em cada estação.
- Um
transceptor de dados (rádio
modem) UHF/FM com velocidade mínima
de
transmissão
de 9600bps, operando na faixa de 403
a 470 MHZ.
- Uma
fonte de alimentação
com entrada 220 Vac e saída
e, 13,8 Vde/3A.
- 1
(uma) antena ominidirecional para
UHF/FM com 6 dB de ganho.
- 20
metros de cabo Rge – 213 U
- Conectores,
fios, suportes e demais acessórios
para perfeita instalação
da
central.
- Windows
XP acompanhado da respectiva licença
de uso.
- Software
específico para o equipamento
central de operações
para descarga dos
dados
registrados pelas estações
remotas.
- Software
para comunicação com
o equipamento central para leitura
de dados e
geração
de arquivos de registro no computador.

Central de Operações
instalada na sede da AUD

Estrutura Padrão Projeto
de Controle Automático de Níveis
e Vazões
Esc.
1/30 Data: Jul/06
Os
postos foram divididos em 4 grupos,
conforme seus objetivos operacionais:
- Postos
de monitoramento de níveis
- Postos
de monitoramento de vazões
- Postos
de controle
- Postos
de medição
POSTOS DE MONITORAMENTO DE NÍVEIS
Tem
a única função
de informar os níveis do reservatório
(barragem), caixa de derivação,
rio camaquã (nos dois locais
de captação) e canal
de captação junto a
estação de bombeamento
na localidade denominada Divisa.
Todas
as cotas são absolutas, referenciadas
ao nível do mar.

Localização dos postos
de monitoramento de níveis
A
forma de apresentação
dos resultados estão descritos
no item OPERAÇÃO DO
SISTEMA.
POSTOS
DE MONITORAMENTO DE VAZÕES
Tem
finalidade de medir vazões
e volumes que entram
no perímetro por captação
no rio camaquã e saem pelos
drenos.

Localização
dos postos de vazões
Em
todos esses canais foram estabelecidas
curvas-chaves que relacionam cota
x vazão.
Exemplo de curva chave em posto de
controle
A
forma de apresentação
dos resultados estão descritos
no item OPERAÇÃO DO
SISTEMA.
POSTOS
DE CONTROLE
Os
postos de controle tem como objetivo
informar a vazão e os volumes
derivados em cada canal principal
do projeto.

Localização dos postos
de controle
METODOLOGIA
A
partir do conhecimento do nível
d’água, um software específico
processa os dados de nível
e características geométricas
da estrutura hidráulica, disponibilizando
ao operador as informações
necessárias para os ajustes
de vazão requeridos pelo canal.
Cada
posto é responsável
pelo controle de um trecho de canais,
conforme croquis.

Comporta – Tipo de alimentação
dos canais
O
cálculo das vazões nas
comportas (vertedores) foram obtidos
como resultado de convênio celebrado
entre AUD e IPH-UFRGS para calibragem
das comportas e tomadas parcelares.

O
cálculo da vazão é
feito nos seguintes passos:
p=
(cota da soleira) – (cota de
fundo)
cota
da soleira = medida pelo operador
a partir de um RN conhecido
cota
de fundo = conhecida e invariável
L
= comprimento da comporta é
conhecido e invariável.
De
posse desses dados o sistema calcula:

*
com o valor do
(em
graus) calcula-se K, pela equação:

*
Com os valores de 1 e
,
calcula-se p através de p =
1 sen 
*
Com p e H (medido pelo posto), em
metros, calcula-se 

*
Com os valores de K,
,
b (largura conhecida), e H (medida
pelo posto) calcula-se
a
vazão Q
Q
= K
b
Conhecendo-se a data e a hora da intervenção,
e as áreas sob irrigação
que o operador informa ao sistema,
via teclado, o software processa as
demais informações.

Trecho de canal monitorado pelo posto
03

Trecho de canal monitorado pelo posto
04

Trechos de canais monitorados pelo
posto 05

Trechos de canais monitorados pelo
posto 06
A
forma de apresentação
dos resultados estão descritos
no item OPERAÇÃO DO
SISTEMA.
POSTOS DE MEDIÇÃO
Os
postos de medição são
destinados a medir as vazões
e os volumes em cada tomada parcelar
do trecho de canal que está
sob seu controle.

Sensor instalado em canal
METODOLOGIA
Como
resultado do Convênio AUD X
IPH – UFRGS, as tomadas parcelares
foram classificadas como orifícios
retangulares, afogados a montante
e livres ou afogados a jusante, com
larguras padronizadas de 20,30,40
ou 50cm, dispostos em séries
de 1 ou mais tampas de acordo com
a área que deve irrigar.
Tomadas
parcelares - padrão
Cada
canal opera em trechos de mesmo nível
entre as comportas reguladoras de
nível. Os trechos monitorados
pelo posto, tem todas as tomadas com
sua soleira no mesmo nível,
conforme desenho esquemático
abaixo.

Ainda
conforme o relatório do IPH
– UFRGS, a determinação
da vazão é dado por
Q
= C . A. 
Onde: C = coeficiente de descarga.
A
= área da secção
transversal ao orifício
h
= carga total sobre centro do orifício
g
= aceleração gravitacional

Sugestões
de coeficiente de descarga (c) para
cálculo das vazões com
emprego das estruturas (do relatório
IPH- UFRGS).
| LARG
(cm) |
20 |
30 |
40 |
50 |
|
Livre
|
Afogado |
Livre |
Afogado |
Livre |
Afogado |
Livre |
Afogado |
C |
0,62 |
0,64 |
0,70 |
0,73 |
0,71 |
0,66 |
0,58 |
0,62 |
A largura de cada tomada parcelar
e a data e a hora da abertura é
fornecida ao sistema via teclado.
Como
cada sensor de nível do posto
está referenciado com o zero
da soleira das tomadas no trecho,
o valor de h da equação
é informado “on line”,
ao sistema, a cada hora, que processa
os dados através de software
específico.
Para
as tomadas afogadas a jusante ainda
estão sendo ajustadas a relação
de nível montante – jusante
e escolha da equação
a ser utilizada.
A
forma de apresentação
dos resultados estão descritos
no ítem OPERAÇÃO
DO SISTEMA.